Blackbear é demais, e você não sabe o que está perdendo

A montagem no meio da montagem é do @califormulaaa, o resto é criação do DaVinci do SeaPunk (eu).

A montagem no meio da montagem é do @califormulaaa, o resto é criação do DaVinci do SeaPunk (eu).

Blackbear é um rapper americano (tudo o que eu sei sobre ele). Fim. Para um cara que ainda divide as páginas do google com fotos de ursos, Blackbear é um daqueles must have na sua lista de músicas salvas no Spotify, iTunes e coração. Além de cantar metade da minha vida, suas letras falam sobre relacionamentos complicados; drogas; sexo; lugares como a California, Los Angeles e Nova York e mulher (muita mulher). As músicas dele são mega hypadas, os títulos brincam com as gírias do cyber underground, cultura pop, nomes de personalidades, lugares e garotas. Mas além de ser so cool para um rapper comum, o meu mais novo cantor favorito faz algo que há tempos eu não ouvia em um rap de letras um tanto fúteis quanto as dele: canta com a alma. A voz dele é tão surreal, que te convence que uma foda mal resolvida ou um amor de um traficante californiano, pode ser tão emocionante quanto a crise dos 30 de “Lover, you should’ve come over” (não tanto, mas a gente pode fingir que sim), que Buckley clama com tanta maestria.

Ele está com conteúdo fresquinho, o ep acústico Dead; o que, na real, é mais uma chance de começar a amar a voz desse cara.

Quer encontrar ele? Faço questão de te apresentar o caminho:

Soundcloud

Instagram

Spotify

Loja online (que se você morar nos EUA, pode me mandar de presente o álbum físico dele)

Thanks me later. Até mais.

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